QUESTIONANDO UMA VISÃO PENAL DA HISTÓRIA
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Palavras-chave

Agostinho
História
Visão penal

Como Citar

Silva rosa, J. M. (2022). QUESTIONANDO UMA VISÃO PENAL DA HISTÓRIA. Journal of Teleological Science, 2, 36–51. https://doi.org/10.59079/jts.v1i1.179

Resumo

Se, como Santo Agostinho sugere, a concepção poemática de tempo como distentio  animi que encontramos na célebre passagem do livro XI de Confissões (“Vou cantar um  cântico que aprendi de cor... / dicturus sum canticum, quod novi”) puder ser amplificada e  aplicada a toda a história dos filhos dos homens, como o próprio Agostinho nos sugere de  imediato — “[... ] E o que sucede no cântico na sua totalidade, sucede em cada uma das  suas partes e em cada uma das suas sílabas; sucede igualmente numa acção mais longa, da  qual, talvez, aquele cântico seja uma pequena parte; sucede ainda na vida do homem, na  sua totalidade, da qual são partes todas as suas acções; isto mesmo sucede em todas as gerações da humanidade, de que são parte todas as vidas dos homens.” (Confessiones XI, 28, 38) — tal mudança e  alargamento de escala tem sérias consequências no que tange à constituição de uma Teologia da História. 

https://doi.org/10.59079/jts.v1i1.179
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